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	<title>UPP Social &#187; Agenda</title>
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	<description>Site do projeto UPP Social</description>
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		<title>Circuito Mountain Bike de Favelas</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 20:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Após a pacificação, o Rio de Janeiro passou a contar com um roteiro de novos lugares para pedalar. Os morros são os locais mais preferidos por essa galera. Foi neste propósito que surgiu o Circuito MTB de Favelas, que neste ano vai ter o downhill no calendário como modalidade. Confira o calendário 10/03 &#8211; DHU [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após a pacificação, o Rio de Janeiro passou a contar com um roteiro de novos lugares para pedalar. Os morros são os locais mais preferidos por essa galera. Foi neste propósito que surgiu o Circuito MTB de Favelas, que neste ano vai ter o downhill no calendário como modalidade.</p>
<p><strong>Confira o calendário</strong></p>
<div>
<p>10/03 &#8211; DHU Pavão-Pavãozinho<br />
17/03 &#8211; XCO Borel e Chácara do Céu<br />
07/04 &#8211; XCO Alemão<br />
14/04 &#8211; DHU Alemão<br />
12/05 &#8211; XCO Turano<br />
02/06 &#8211; DHU Turano<br />
21/07 &#8211; DHU Mangueira<br />
08/09 &#8211; DHU Providência</p>
</div>
<p>A primeira etapa acontece no Pavão-Pavãozinho, dia 10/03, e conta com um percurso de aproximadamente 1100 metros (1.1km) e o ponto mais alto da prova (largada) está 161 metros acima do nível do mar.</p>
<p>Saiba mais no <a href="http://circuitodefavelas.com.br/" target="_blank">site oficial</a>.</p>
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		<title>Estações Culturais</title>
		<link>http://www.uppsocial.org/eventos/estacoes-culturais/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 19:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Estações Culturais é o ponto de encontro da cultura produzida por artistas, agentes culturais e sociais das comunidades cariocas. Acontecerá em todas as estações do teleférico do Complexo do Alemão.A partir de 13 de abril, às 10 horas.Venham participar!Maiores informações em nosso sitewww.estacoesculturais.com.br &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h4><a href="http://www.uppsocial.org/eventos/estacoes-culturais/es/" rel="attachment wp-att-8837"><img class="alignleft  wp-image-8837" title="es" src="http://www.uppsocial.org/wp-content/uploads/2013/05/es-1024x379.jpg" alt="" width="819" height="303" /></a></h4>
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<h4>Estações Culturais é o ponto de encontro da cultura produzida por artistas, agentes culturais e sociais das comunidades cariocas. Acontecerá em todas as estações do teleférico do Complexo do Alemão.A partir de 13 de abril, às 10 horas.Venham participar!Maiores informações em nosso site<a href="http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.estacoesculturais.com.br&amp;h=oAQExkwlw&amp;s=1" rel="nofollow nofollow" target="_blank">www.estacoesculturais.com.br</a></h4>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Porto Aberto, o encontro da música autoral: Oportunidade para artistas</title>
		<link>http://www.uppsocial.org/eventos/porto-aberto-o-encontro-da-musica-autoral-oportunidade-para-artistas/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 18:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Cultura e Magali apresentam: Porto Aberto, o encontro da música autoral   O projeto busca incentivar o compositor popular e oferece espaço para a expressão intelectual e artística presente na cidade.  A cantora e compositora Magali, curadora e idealizadora do projeto, convida e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Cultura e Magali apresentam:</strong></p>
<p align="center"><strong>Porto Aberto, o encontro da música autoral</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="center"><em><span style="text-decoration: underline;">O projeto busca incentivar o compositor popular e oferece espaço para a expressão intelectual e artística presente na cidade.</span></em></p>
<p align="center">
<p> A cantora e compositora <strong>Magali,</strong> curadora e idealizadora do projeto, convida e recebe para uma noite de música autoral sempre às segundas-feiras, nos moldes de um sarau musical no <em>lounge</em> da Sala Baden Powell em Copacabana. São apresentadas 20 canções inéditas a cada semana. Na mesma noite, o <strong>Porto Aberto </strong>apresenta também um compositor renomado que apoia o projeto. Já se apresentaram convidados especiais, como Edu Krieger, Rodrigo Maranhão, Moacyr Luz, Cláudio Nucci, Suely Costa, Zé Paulo Becker, Cláudio Lins, Mu Chebabi, entre muitos outros. A primeira temporada aconteceu de 5 de maio a 27 de agosto de 2012. A segunda temporada começou em novembro passado e vai até 22 de abril de 2013.</p>
<p>O processo de inscrição é simples, rápido e grátis. A cada segunda-feira, os compositores se inscrevem através de uma senha, o &#8220;cartão-compositor&#8221;, retirada na bilheteria da Sala Baden Powell a partir de 18h30. Não há restrição de idade, gênero musical ou procedência do compositor. A ordem da apresentação é feita conforme a ordem de chegada. O compositor pode se apresentar sozinho com um violão disponibilizado no palco pela produção. Ou, ainda, pode ser acompanhado pela banda do <strong>Porto Aberto</strong>. Para isso, deve mandar a <em>MP3 </em>mais a cifra da música para o e-mail <a href="mailto:portoberto2012@gmail.com"><em>portoberto2012@gmail.com</em></a>  até meio-dia da sexta-feira anterior ou levar a cifra no próprio dia para que os músicos da banda possam o acompanhar.  O compositor que se apresenta não paga entrada. A cada segunda-feira, o público vota na composição apresentada que mais lhe agrada. No fim do trimestre, as músicas mais votadas se apresentam num show único com a banda do <strong>Porto Aberto</strong> no palco principal da Sala Baden Powell.</p>
<p>       <strong>Serviço</strong>: Porto Aberto, encontro da música autoral</p>
<p>      <strong>Local</strong>: Sala Baden Powell, Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360, Copacabana.</p>
<p><strong>      Telefones</strong>: (21) 2255-1067 e (21) 2255-1366</p>
<p>      <strong>Data</strong>: Todas as segundas-feiras a partir das 19h00 exceto no Carnaval até o dia 22 de abril.  <em>O local abre às 18h30 para a inscrição da participação dos compositores através de senhas.</em></p>
<p><strong>       Ingresso</strong>: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).</p>
<p><em>O compositor que apresentar sua canção não paga entrada.</em></p>
<p>       <strong>Classificação Livre</strong></p>
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		<title>DE UMA VEZ POR TODAS: FUNK É CULTURA!</title>
		<link>http://www.uppsocial.org/eventos/de-uma-vez-por-todas-funk-e-cultura/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 15:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Polêmico e arrebatador, musical Funk Brasil – 40 anos de Baile chega ao Teatro Carlos Gomes, enfrenta o preconceito de empresas e do público e promove debate com Marcelo Freixo, Julio Ludemir, Fernanda Abreu e Mariana Gomes “Não assisto nem amarrado&#8221;, de um senhor, no Norte Shopping “Muito bom, ótimo trabalho de pesquisa! Indicarei aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.uppsocial.org/eventos/de-uma-vez-por-todas-funk-e-cultura/funkbrasil_peca-e-debate-2/" rel="attachment wp-att-8877"><img class="alignleft  wp-image-8877" title="FunkBrasil_Peça e debate" src="http://www.uppsocial.org/wp-content/uploads/2013/05/FunkBrasil_Peça-e-debate1.jpg" alt="" width="574" height="403" /></a><br />
Polêmico e arrebatador, musical Funk Brasil – 40 anos de Baile chega ao Teatro Carlos Gomes, enfrenta o preconceito de empresas e do público e promove debate com Marcelo Freixo, Julio Ludemir, Fernanda Abreu e Mariana Gomes<br />
“Não assisto nem amarrado&#8221;, de um senhor, no Norte Shopping</p>
<p>“Muito bom, ótimo trabalho de pesquisa! Indicarei aos amigos!&#8221;, mesmo senhor, no Norte Shopping &#8221;</p>
<p>“Quem sabe como odeio funk pode achar que cometi uma tentativa de suicidar meus tímpanos. Acabei sentindo carinho. Não lembrava disso. Ou não reparava&#8221;, Ulisses Mattos, jornalista</p>
<p>“Meu moleque de nove anos bateu o pé do início ao fim. Minha princesa de 14 me surpreendeu acompanhando no gogó. A patroa, que torceu o nariz no início, terminou aplaudindo de pé. Eu, confesso, saí com o coração apertado”, Ramirez Escobar, espectador</p>
<p>“O resultado final é uma porrada. Faz você repensar o preconceito que já teve. Tenho vergonha de já ter tido vergonha do funk”, Ramirez Escobar, espectador</p>
<p>“Assistir a esta peça deveria ser obrigatório pra todos que têm preconceito contra o funk”, Vanessa Santos, espectadora</p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Embora declarado Patrimônio Cultural do Rio e gravado por Roberto Carlos, Caetano, M.I.A., entre tantos, o funk continua enfrentando desafios. Primeiro musical a encenar o gênero, Funk Brasil – 40 anos de Baile chega ao Teatro Carlos Gomes (RJ), de 15 a 26 de maio, em curta temporada popular, onde promoverá o debate “De uma vez por todas: FUNK É CULTURA!”. No dia 16 de maio, falarão sobre o porquê de tanto preconceito nomes como Marcelo Freixo, Fernanda Abreu, Julio Ludemir (da Batalha dos Passinhos), Dom Filó, MC Leonardo (Apafunk e compositor), Silvio Essinger e Mariana Gomes, cuja Tese de Mestrado da UFF sobre a presença feminina no gênero causou a ira, em abril, de uma apresentadora de TV: “Se cultura é tudo o que o povo produz, funk é tão cultura quanto bossa nova”, bateu.</span></p>
<p>Também houve bombardeio no site da peça: “Vocês já estragaram a cultura musical do país e agora querem estragar o teatro!”. A maioria das empresas procuradas para fornecer apoio assim responderam: “Não queremos nosso produto associado ao funk”. Um recente comercial de TV de uma montadora internacional hostiliza: “O que você esperava? Um funk?”.</p>
<p>Na primeira temporada, a resistência foi tamanha que, após retirar o título “Funk Brasil” do flyer de divulgação, a frequência aumentou em mais de 30%. Um senhor que havia se recusado a assistir à peça não teve dúvidas em conferir e encher de elogios “40 Anos de Baile”, o codinome momentaneamente adotado. Mas graças ao boca-a-boca 100% positivo e à força de sua música que o espetáculo venceu o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, para circular por nove cidades dos estados de São Paulo, Goiás e Espírito Santo, em outubro. A circulação marcará a 2° edição do Projeto Teatro Sem Preconceito, que leva teatro gratuito para capitais e interior, mesmo às cidades desprovidas de salas teatrais. Na 1° edição do projeto, “Os Ruivos” chegou a mais de 60 municípios e 10 Estados.</p>
<p>Com a mesma intensidade do preconceito, veio também a enxurrada de pedidos para que a peça chegasse ao Centro do Rio, acessível a todos os cariocas. Se Petrobras e Governo do Estado do Rio garantiram o patrocínio da montagem, a atual temporada será viabilizada por uma vaquinha virtual, no site benfeitoria.com/funkbrasil. É preciso pagar despesas mínimas como aluguel de microfones, impressão de filipetas, sala de ensaio, etc. E garantir que essa história, de um gênero da periferia, legítima manifestação do nosso povo, continue a ser contada.</p>
<p><strong>A peça</strong></p>
<p><strong></strong>Baseado no livro “Batidão – Uma História do Funk”, de Silvio Essinger, Funk Brasil – 40 anos de Baile desafia o público a permanecer sentado enquanto, no palco, seis atores revivem esta expressão enérgica e polêmica da cultura nacional. Com direção de Joana Lebreiro (dos musicais &#8220;Meu Caro Amigo&#8221; e &#8220;Aquarelas do Ary&#8221;, do infantil “Coisas que a Gente Não Vê” e em cartaz com “Jumbo – Eu Visito a Tua Ausência”), a peça começa no Baile da Pesada, anos 70, Canecão, no soul de Big Boy, Dom Filó e Gerson King Combo. Mas é quando Hermano Vianna presenteia DJ Marlboro com uma bateria eletrônica que o gênero transforma-se para sempre. Depois, Latino, Claudinho &amp; Buchecha e o &#8220;Rap da Felicidade&#8221; tomam o Brasil, de Norte a Sul, das crianças às vovós, e o país chora a perda de Claudinho. Entre a comoção e o riso, a dança e o canto, estes seis atores desdobram-se entre 64 músicas e personagens como Rômulo Costa, Caetano Veloso e a impagável Tati Quebra-Barraco. E a plateia descobre, maravilhada, a presença deste repertório em suas vidas, não importa o seu gosto musical. Mais um motivo, quem diria, para se ter orgulho de ser carioca.</p>
<p><strong>Junto com a periferia</strong></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Com a parceria com o Programa UPP Social, temos no elenco um ator revelado na comunidade pacificada da Babilônia, Dérik Machado. Uma ampla cota de ingressos estará à disposição dos moradores de comunidades pacificadas para testemunharem a inédita chegada do funk aos palcos. Assim daremos continuidade a ações anteriores como as sessões gratuitas para os complexos da Penha e do Alemão. Como uma via de mão dupla asfalto-morro, o gênero chega ao teatro como também retorna às comunidades pacificadas, onde vive momento de reorganização artística e geográfica, em seu inédito formato teatral.</span></p>
<p><strong>Sinopse curtinha</strong></p>
<p>Em uma inédita peça-baile, seis funkeiros cantam, dançam e contam a história e os sucessos do funk carioca, desde a febre do soul, nos anos 70, até os dias de hoje.<br />
<strong>Sinopse</strong></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Em uma inédita peça-baile, seis funkeiros cantam, dançam e contam a história e os sucessos do funk carioca, desde a febre do soul, nos anos 70, até os dias de hoje. Em cena, Tati Quebra-Barraco, DJ Marlboro, Claudinho &amp; Buchecha, Gerson King Combo, D´Eddy, Latino, William &amp; Duda, Big Boy, Cidinho &amp; Doca, Hermano Vianna e muitos outros.</span></p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p>Idealização: Pedro Monteiro<br />
Baseado no livro “Batidão &#8211; Uma História do Funk”, de Silvio Essinger<br />
Texto: João Bernardo Caldeira e Pedro Monteiro<br />
Direção artística: Joana Lebreiro<br />
Elenco: Alex Gomes, Dérik Machado, Luiza Mayall, Marcelo Cavalcanti, Pedro Monteiro e Sabrina Rosa<br />
Direção musical: Marcelo Rezende<br />
Pesquisa musical anos 70: Leandro Petersen</p>
<p>Direção de movimento e assistente de direção: Nathália Mello<br />
Iluminação: Djalma Amaral<br />
Figurino: Espetacular! Produções e Artes (Ney Madeira, Dani Vidal e Pati Faedo)</p>
<p>Cenário: Marieta Spada<br />
Assistente de cenografia: Ana Machado<br />
Ilustração de cenário: Coletivo M2FY</p>
<p>Preparação vocal: Pedro Lima<br />
Caracterização: Fernanda Santoro<br />
Design gráfico: Gemmal<br />
Fotografia: Andrea Rocha – ZBR<br />
Assessoria de imprensa: Rafael Sento Sé – Caderno Imagem<br />
Assistente de Figurino: Renata Lamenza<br />
Estagiárias de Figurino: Cintia Félix, Débora Sayão, Natália Burgos, e Zaira Xavier &#8211; alunas de Bacharelado em Artes / Figurino e Indumentária &#8211; Senai Cetiqt<br />
Costura: Atelier das Meninas<br />
Operação de som: Maruscha Spinola<br />
Direção de produção: João Bernardo Caldeira e Thábata Tubino<br />
Realização: Oswaldo Caldeira Produções e São Bernardo<br />
Apoio institucional: Programa UPP Social, da Prefeitura do Rio de Janeiro<br />
Montado com recursos do Prêmio Montagem Cênica 2011, patrocinado pela Petrobras</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Temporada “Funk Brasil – 40 Anos de Baile”<br />
De quarta a domingo, no Teatro Carlos Gomes<br />
Horário: sempre às 19h30<br />
Temporada: de 15 a 26 de maio<br />
Endereço: Praça Tiradentes, 19, Centro, Rio de Janeiro. (21) 2232-8701<br />
Classificação indicativa: 10 anos<br />
Temporada popular: R$ 30</p>
<p>Debate “De uma vez por todas: FUNK É CULTURA!”<br />
Quinta, 16 de maio, às 21h (logo após a peça)<br />
Teatro Carlos Gomes<br />
Entrada gratuita</p>
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