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	<title>UPP Social</title>
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	<description>Site do projeto UPP Social</description>
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		<title>Jornal comunitário da CDD recorre a financiamento coletivo para continuar existindo</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 18:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O ‘A notícia por quem vive’ precisa bater a meta de arrecadação até julho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Uma das ferramentas mais eficazes para conscientizar e mobilizar pessoas em uma localidade é uma mídia comunitária. O jornal ‘A notícia por quem vive’ da Cidade de Deus funciona desde 2010 e agora que seu apoio do Ministério da Cultura acabou, precisa de ajuda para financiar suas futuras edições. Até 07 de julho está aberta uma campanha no site de crownfouding Catarse para garantir a impressão das próximas quatro edições do jornal.   Crownfouding é um modelo de financiamento coletivo, onde todos ajudam um pouco e somam o muito que é necessário.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">“A última impressão foi feita com recursos dos próprios membros e alguns amigos, fazendo vaquinha &#8211; o que não é possível sempre pela limitação financeira das pessoas. Aí é que entra a ideia do financiamento coletivo e a campanha do<a href="http://catarse.me/pt/anoticiaporquemvive" target="_blank"> Catarse</a>. Se muitas pessoas puderem contribuir com um pouco, conseguimos manter esta voz na CDD”, comenta a pesquisadora do (SOLTEC/UFRJ) e coordenadora do projeto do jornal, Marília Gonçalves.</span></p>
<blockquote><p><a href="http://catarse.me/pt/anoticiaporquemvive" target="_blank">Clique aqui pra colaborar com essa ideia</a></p></blockquote>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">A ideia de criar um jornal comunitário surgiu em 2010 no final de uma oficina de comunicação crítica que um grupo de moradores recebeu em um curso de extensão oferecido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) na própria comunidade. O Núcleo de Solidariedade Técnica da UFRJ (SOLTEC/UFRJ) já atuava na Cidade de Deus, com outros projetos, desde 2006. Em 2008 começou o projeto que deu origem ao Portal Comunitário da CDD (</span><a style="font-size: 13px; line-height: 19px;" href="http://www.cidadededeus.org.br/">www.cidadededeus.org.br</a><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">) e foi para dar conhecimentos técnicos aos moradores para atualizarem o portal é que essa oficina de comunicação crítica foi ministrada.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Em 2011, o jornal conseguiu apoio do Ministério da Cultura por meio de um edital para microprojetos comunitários. Com esse recurso, a equipe do jornal comprou alguns equipamentos como máquina fotográfica e impressora e financiou a impressão de três das edições do “A notícia por quem vive”.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">A equipe do jornal fez um minidocumentário para reforçar a importância do jornal comunitário na Cidade de Deus e ajudar na divulgação da campanha no Catarse. Assista ao vídeo a seguir:</span></p>
<p><strong style="font-size: 13px; line-height: 19px;">A notícia na visão dos moradores</strong></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Atualmente a equipe do jornal é composta por oito moradores da CDD e recebe colaborações. Quinzenalmente esse grupo se reúne na sede da Associação Semente da Vida (ASVI), quando são debatidas as pautas para o jornal e para o portal do bairro. A publicação não possui anunciante e é distribuída gratuitamente no bairro. Atualmente a tiragem é de 3 mil exemplares.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">“Por mais que o bairro tenha o portal, a comunicação ainda é complicada. Muitos moradores ainda não tem acesso à internet, é a realidade. Tendo um jornal impresso as pessoas vão poder se informar melhor das atividades que acontecem no bairro. Três mil exemplares é pouco, mas distribuímos em escolas, comércios e em várias regiões dentro da CDD”, comenta a presidente da ASVI e membro do jornal, Maria do Socorro de Melo Brandão.</span></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">A quinta edição do jornal já está em fase de finalização e precisa de recursos para ser imprensa e distribuída. A esperança dos que participam do “A notícia por quem vive” é de já poder financiar essa edição com recursos da campanha no Catarse. Para os que contribuírem está previsto, desde ter o nome publicado em uma edição do jornal a um tour pela Cidade de Deus previamente agendado e guiado pelos moradores que produzem o jornal A notícia por quem vive.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Eles são capa de Revista</title>
		<link>http://www.uppsocial.org/2013/05/eles-sao-capa-de-revista/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 May 2013 19:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Adolescentes lançam Sou Dessas, revista feita na favela e sobre a favela
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Ela não anda. Ela desfila! Ela é top, capa de revista! É a mais, mais, ela arrasa no look!”. Sim, eles são Top, são capa e estão em todas as páginas da revista <a href="https://www.facebook.com/RevistaSouDessas?fref=ts" target="_blank">Sou Dessas</a>, lançada neste sábado para o público adolescente com idade entre14 e 17 anos das comunidades cariocas.</p>
<p>Favela sempre foi lugar pra inventar moda, estilo, diversidade. Mas raramente estas criações ganhavam páginas de revistas teen e os jovens moradores de favela não se viam nestas publicações. Pronto! Estava aí a chance de inovar.</p>
<p>Foi desta brecha e do sonho de cinco adolescentes do Salgueiro, Formiga e Borel que nasceu a Sou Dessas. “Na nossa comunidade estão todos animados. Todos perguntam: e a “<a href="https://www.facebook.com/RevistaSouDessas?fref=ts" target="_blank">Sou Dessas</a>”? Isso por que a revista mostra a nossa realidade, o nosso cotidiano! Muitos jovens de comunidade não se enquadravam nas Capricho, Toda Teen, e hoje eles tem essa oportunidade de se ver ali, de ver o que realmente é a vida na favela, a vida deles”, conta Kelly Cristina, de 16 anos, moradora do Borel e editora da Revista com mais quatro amigos.</p>
<p>O edição número zero traz reportagens ensinando as meninas a montar looks, estilos de unhas que estão em alta, dicas de maquiagem para pele negra, etc. Os meninos também não ficam de fora e podem ler sobre cortes de cabelo que são febre nas favelas e o uso de jaquetas.</p>
<div id="attachment_9007" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.uppsocial.org/2013/05/eles-sao-capa-de-revista/festa-de-lana%c2%a7amento-da-revista-sou-dessas-apoiada-pela-agaanci-2/" rel="attachment wp-att-9007"><img class="size-medium wp-image-9007" title="Festa de lanÃ§amento da revista Sou Dessas, apoiada pela AgÃªnci" src="http://www.uppsocial.org/wp-content/uploads/2013/05/CES_0355-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Modelos ditando moda</p></div>
<p>“A gente via os jovens de nossa comunidade se vestindo bem e virando referência de moda na comunidade. Aí chamamos estas pessoas pra serem modelos da revista e mostrarem seu estilo” explica Leandro Santos, 16 anos, morador do Morro da Formiga, também editor da revista, que foi feita ouvindo os moradores. “A gente perguntou pros jovens da comunidade o que estava na moda, o que eles gostariam de ver na revista. Fizemos uma pesquisa pra saber o que colocar na edição”, explicou.</p>
<p>A Revista é uma publicação bimestral, custa R$ 4,99 e por enquanto é comercializada nas bancas de jornais das e lanchonetes do Salgueiro, Borel, Formiga e Casa Branca, mas a intenção é ampliar as vendas. “Espero que tenhamos muito sucesso nas próximas edições, mais do que esta. Quero ver as revistas sendo vendidas nas bancas e ver um reconhecimento do nosso trabalho ainda maior. Queremos fazer mais revistas, uma tiragem maior que esta e tomar todo o Rio de Janeiro!”, fala entusiasmado o editor da revista, Lander Leão, 16, morador da Formiga. A segunda edição já está programada para agosto.</p>
<p><strong>Agência de Redes para a Juventude</strong></p>
<p>A revista é um dos projetos apoiados pela <a href="http://agenciarj.org/" target="_blank">Agência de Redes</a>.  O projeto estimula e capacita jovens de 15 a 29 anos a desenvolver projetos envolvendo suas redes de conhecimento e pessoas de suas comunidades. Após um período de criação e maturação dos projetos, trinta deles são escolhidos por uma banca para receberem R$ 10 mil para serem implementados. Esta ação tem o patrocínio da Petrobras.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Compositores tem palco aberto na Sala Baden Powell</title>
		<link>http://www.uppsocial.org/2013/05/compositores-tem-palco-aberto-na-sala-baden-powell/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 19:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Compositores podem se apresentar no palco da Sala Baden Powell gratuitamente toda segunda-feira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">As favelas cariocas são conhecidas como reduto do samba, do jongo, do funk e de várias expressões artísticas populares. Muitos artistas são revelados e ganham o mundo com sua voz, suas composições, seu dom.</span></p>
<p style="text-align: justify;">As noites de segunda feira tem sido uma boa oportunidade para quem deseja mostrar seu talento ao público, a compositores renomados e se apresentar em um teatro com uma banda profissional de primeira linha. São portas abertas pelo Porto Aberto.</p>
<div id="attachment_8999" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.uppsocial.org/2013/05/compositores-tem-palco-aberto-na-sala-baden-powell/ces_0161/" rel="attachment wp-att-8999"><img class="size-medium wp-image-8999" title="CES_0161" src="http://www.uppsocial.org/wp-content/uploads/2013/05/CES_0161-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora e compositora Magali, curadora e idealizadora do projeto canta com Pedro Miranda</p></div>
<p style="text-align: justify;">“Aqui se apresenta gente de São Gonçalo, Engenho de Dentro e até de outros estados. O Projeto é muito integrador. Isso é a música. E o espaço é muito democrático. Você chega, se inscreve na hora e pronto. Temos instrumentos e uma banda de alto nível pra acompanhar os compositores”, explica a cantora e compositora Magali, curadora e idealizadora do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">O Projeto Porto Aberto: o encontro da música autoral, está em sua segunda edição e busca incentivar o compositor popular, oferecendo espaço para a expressão intelectual e artística presente na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">São apresentadas 20 canções inéditas a cada semana, sempre às segundas-feiras, nos moldes de um sarau musical no lounge da Sala Baden Powell, em Copacabana. As canções são colocadas em votação e o vencedor da noite se reapresenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mesma noite, o Porto Aberto apresenta também um compositor renomado que apoia o projeto. Nesta última segunda esteve presente Pedro Miranda, que teve sua obra autoral, o CD Pimenteira, produzido por Paulão 7 Cordas, que já trabalhou com bambas como Xangô da Mangueira, Wilson Moreira, Marisa Monte, Roberto Silva e João Nogueira. Na próxima segunda feira Wilson das Neves será o convidado do Porto Aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">“Este projeto é brilhante. Ter este espaço aberto é muito necessário para incentivar novos talentos. É uma espécie de sarau pras pessoas apresentarem suas criações, de forma informal. É saudável e promissor”, disse Pedro, que foi aplaudido ao apresentar suas composições antes da apresentação final, que fica por conta do compositor mais votado da noite.</p>
<p style="text-align: justify;">David Alfredo, 30, foi eleito o vencedor da noite com a composição “Eterno”, que você pode ver e ouvir, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GMTyzCppBk8&amp;feature=youtu.be" target="_blank">aqui</a>. “Eu venho no Porto Aberto desde junho do ano passado. Venho quase toda segunda-feira. Ter esta oportunidade é muito bom, já que ele dá a oportunidade pra quem não vive de música mas tem suas músicas guardadas e aqui podem mostra-las. Eu não me considero cantor. Me considero compositor. Esta é a oportunidade que eu tenho de trocar as minhas musicas pelas vozes maravilhosas que se apresentam aqui”, explica ele, que é professor de História e trabalha com arte e educação. David compõe desde os 11 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">No fim do trimestre, as músicas mais votadas são apresentadas num show único com a banda do Porto Aberto no palco principal da Sala.</p>
<p style="text-align: justify;">Como participar?</p>
<p>O processo de inscrição é simples, rápido e grátis. A cada segunda-feira, os compositores se inscrevem através de uma senha, o &#8220;cartão-compositor&#8221;, retirada na bilheteria da Sala Baden Powell, em Copacabana, a partir das 18h30. Não há restrição de idade, gênero musical ou procedência do compositor. A ordem da apresentação é feita conforme a ordem de chegada.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.facebook.com/notes/porto-aberto/regras-do-porto-aberto-para-compositores/453978608006469" target="_blank">Confira as regras pra se inscrever</a></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">O compositor pode se apresentar sozinho com um violão disponibilizado no palco pela produção ou pode ser acompanhado pela banda do Porto Aberto. Para isso, deve mandar a gravação de sua composição em MP3 mais a cifra da música para o e-mail portoberto2012@gmail.com até meio-dia da sexta-feira anterior ou levar a cifra no próprio dia para que os músicos da banda possam o acompanhar. O compositor que se apresenta não paga entrada. A cada segunda-feira, o público vota na composição apresentada que mais lhe agrada.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>É dada a largada para FLUPP Pensa</title>
		<link>http://www.uppsocial.org/2013/05/e-dada-a-largada-para-flupp-pensa/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 19:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano serão lançados três livros com obras de 41 novos escritores
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Findadas as inscrições, começa o processo continuado de formação de leitores e de novos autores, preparando o campo pro lançamento de três livros no dia 7 de dezembro. O evento estimula a participação de novos escritores de comunidades pacificadas na 2ª Festa Literária Internacional das UPPs (FLUPP), prevista para os dias 20 a 25 de novembro. As inscrições foram prorrogadas até o dia 30. Se inscreva: <a href="http://www.flupp.net.br/" rel="nofollow" target="_blank">http://www.flupp.net.br</a></span></p>
<p>O evento, que teve sua primeira edição no ano passado, chega a 2013 com muitas novidades. Ao todo, serão selecionados 41 novos escritores que serão descobertos em 20 comunidades do Rio de Janeiro entre os meses de maio e novembro. A abertura do evento foi no último sábado, no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, e contou com a presença do escritor Marco Lucchesi, eleito recentemente para a Academia Brasileira de Letras e do poeta mineiro Ricardo Aleixo.</p>
<p>Entre os cinco primeiros colocados na edição 2012, Alexandra Silva, conta como foi sua participação. “Fiquei sabendo através de um amigo, que me mandou o link de inscrição. Durante os encontros com outros escritores participantes e autores renomados, pude perceber que consigo colocar as minhas histórias no papel”. Jornalista e moradora do Complexo do Alemão, Alexandra aconselha escritores a participarem do projeto, “não é só uma experiência literária, mas também uma rica experiência no processo de convivência e construção pessoal”.</p>
<p>Esse ano, a FLUPP Pensa terá três categorias: Poesia, Narrativas Curtas (contos e crônicas) e Romance. Os inscritos terão a oportunidade única de participar de encontros com autores consagrados na literatura brasileira, ouvir grandes histórias e trocar experiências. Os escritores receberão, em cada um dos eventos, um desafio como escrever uma história com final feliz, elaborar um conto com base num tema pré- determinado, por exemplo. Os textos serão avaliados por uma comissão formada escritores como Luciana Hidalgo e Cristiane Costa na categoria Romance; Omar Salomão, Italo Moriconi, Ramon Mello e Bernardo Vilhena na categoria Poesia e Eduardo Coelho, Mônica Maia, Alexandre Faria e Júlio França na categoria Narrativas Curtas. Além das notas dos avaliadores, a presença nos eventos também contará pontos. Haverá ainda encontros mensais presenciais com os avaliadores, que irão interagir com os candidatos, dando dicas, sugestões e auxiliando na produção dos textos.</p>
<p>Um dos organizadores da FLUPP Pensa, Julio Ludemir, acredita na força e não na carência nas favelas. “É preciso descobrir novas histórias e essas pessoas querem contar essas histórias, elas estão ali. Eu sempre entendi o Rio de Janeiro através da violência, da carência nas favelas, mas hoje não se fala disso. As comunidades estão cheias de gente conectada, informada, querendo conhecer, aprender e, principalmente, se expressar. A Flupp quer acreditar mais no sonho dessas pessoas e criar oportunidades para se tornarem novos autores”, disse.</p>
<p>Os selecionados participarão de encontros nas comunidades dos Macacos (18/05), Cidade de Deus (25/05), Cantagalo (08/06), Manguinhos (13/06), Andaraí (22/06), Chapéu Mangueira/Babilônia (29/06), Vila Cruzeiro (11/07), Vidigal (13/07) Turano (20/07), Rocinha (27/07), Batan (03/08), Santa Marta (31/08) Formiga (07/09), São Carlos (11/09), Mangueira (28/09), Prazeres (05/10), Complexo do Alemão (12/10), Salgueiro (26/10), Tabajaras/Cabritos (02/11), Borel (09/11) ao lado de escritores que são referências na literatura brasileira como Adriana Lisboa, Sérgio Vaz, João Ximenes Braga, Ivan Junqueira, Antônio Carlos Secchin, entre outros.</p>
<p>A FLUPP Pensa é apresentada pelo BNDES, com parceria da Academia Brasileira de Letras, Academia de Policia Militar Dom João VI, FIRJAN, Secretaria Municipal de Educação e TV Globo. O evento é uma idealização de Ecio Salles, Heloisa Buarque de Hollanda, Julio Ludemir e Luiz Eduardo Soares, com realização da ACEC (Associação Cultural de Estudos (Associação Cultural de Estudos Contemporâneos).</p>
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		<title>Favelas no mapa</title>
		<link>http://www.uppsocial.org/2013/05/favelas-no-mapa/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 13:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[IPP incluirá as favelas cariocas no mapa da cidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center"><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><br />
O Instituto Pereira Passos (IPP) realizará o novo mapeamento da cidade do Rio de Janeiro. O projeto, financiado com recursos do Programa Nacional de Apoio a Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros – PNAFM, tem o prazo estimado de 680 dias para conclusão e vai incluir áreas de favelas no mapa, antes não representadas.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O mapeamento é a aplicação do processo cartográfico sobre uma coleção de dados ou informações, com o objetivo de obter representação gráfica da realidade, comunicada a partir da associação de símbolos e outros recursos gráficos que caracterizam a linguagem cartográfica. Uma forma de visualização da região da superfície física da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A atualização da cartografia permitirá que a Prefeitura identifique as variações e crescimento urbano da cidade, primordial para planejamento urbano. O mapeamento, produto da atualização cartográfica, se transforma em ferramenta para projetos de planejamento urbano e para as aplicações de geoprocessamento &#8211; programas que permitem interligar informações cartográficas a informações relacionadas aos dados cadastrais. Além disso, o mapeamento permite as análises geoespacias, auxiliando as decisões e diretrizes de órgãos como a Secretaria Municipal de Urbanismo, Secretaria Municipal de Habitação, Secretaria Municipal da Fazenda e outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1990, a capital fluminense foi umas das primeiras no país a usar a tecnologia do mapeamento digital da cidade, agregando as regiões da Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio ao novo formato. No ano de 1997, o segundo mapeamento acrescentou a Zona Sul e a Zona Norte. O terceiro e até então mais recente mapeamento, que ocorreu em 2000, adicionou a Zona Oeste e Centro, além de atualizar as regiões anteriormente trabalhadas. Desde sua criação, o IPP é o responsável por toda a produção cartográfica da Prefeitura do Rio.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a execução do mapeamento é necessário a realização de um voo aerofotogramétrico, as fotografias aéreas, após processamento, geram as chamadas ortofotos. Esse produto do mapeamento é realizado anualmente pelo IPP há quatro anos. As ortofotos auxiliam na interpretação detalhada do território em analise. De acordo com o gerente de Cartografia do Departamento de Informações da Cidade do IPP, Marco Zambelli, o procedimento possibilita o monitoramento da expansão horizontal da cidade, e principalmente, das favelas. “Com esse trabalho conseguimos sinalizar os locais onde a cidade está expandindo, e isso é ótimo para o planejamento de Secretarias”, diz Zambelli.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma inovação será o uso da tecnologia do perfilamento a laser, que permite medir a altitude do terreno e de edificações com precisão. “O modelo de terreno mostra as ruas e relevo, o de elevação mostra os prédios e as áreas verdes”. Essa tecnologia, num segundo momento, mostrará onde a cidade está crescendo verticalmente. “Hoje realizamos somente o monitoramento horizontal, com essa tecnologia poderemos também monitora a verticalidade em favelas e áreas urbanas”, conclui o engenheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Geração Agência: Filme retrata projeto em comunidades do Rio</title>
		<link>http://www.uppsocial.org/2013/05/geracao-agencia-filme-retrata-projeto-em-comunidades-do-rio/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 17:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Agência Redes para a Juventude, parceira da UPP Social, completa dois anos em 2013
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Será lançado nesse sábado o documentário “Geração Agência”, que  acompanha o cotidiano de jovens de favelas cariocas que participam da Agência de Redes para Juventude. O programa, criado por Marcus Vinicius Faustini em fevereiro de 2011 oferece oficinas e suporte à jovens para a realização de projetos dentro das comunidades participantes. A Agência já atendeu mais de 600 jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje temos 42 projetos sendo desenvolvidos e mais um ciclo no próximo ano. Tivemos um salto grande de qualidade nos projetos. Quando se dá a possibilidade dentro da cidade, dá as ferramentas, o jovem consegue impactar o lugar onde vive”, afirma Bruno Duarte, coordenador de comunicação da Agência.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme de média-metragem tem direção de Wagner Novais, um dos diretores que participou do “5x Favela, Agora por Nós Mesmos”, de 2010. Além da capacitação em si que o programa trás ao jovem de comunidade, o filme trata a transformação na autoestima desses jovens, que deixam a posição de marginalizados para serem empreendedores e agitadores culturais. O processo de filmagem durou cerca de um mês.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ano passado eu fiz uma série de seis curtas institucionais para a Agência. E esse ano surgiu o convite para a média-metragem. Foi um processo totalmente participativo. Fizemos um bate-papo com os jovens, até está no filme, conversamos com todos até chegar nos personagens que mostramos no filme”, diz o diretor Wagner Novais.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=n6iXcAGEVXo" target="_blank">Confira aqui o trailer do documentário “Geração Agência”</a></p>
</blockquote>
<p><strong>Estimulo a criatividade</strong></p>
<p>A Agência de Redes para Juventude defende que o programa não é um projeto social nem curso de capacitação profissional e sim uma ferramenta para mostrar ao jovem de comunidades populares o seu potencial criativo. O projeto abre inscrições uma vez ao ano e seleciona jovens entre 15 e 29 anos das comunidades participantes. Os selecionados recebem uma bolsa de R$ 100 ao mês para frequentar as oficinas.</p>
<p>Raquel da Gama Espinelli, fisioterapeuta de 28 anos moradora do Morro da Providência participou do 1º ciclo da Agência Redes para a juventude em 2011. Lá nasceu o “Providênciando a favor da vida”, um projeto que dá classes para jovens grávidas, desde cuidados com o bebê e prevenção contra DSTs a artesanato e geração de renda.</p>
<p>“Eu aprendi muita coisa na Agência, principalmente a questão da mobilização, trazer a comunidade para o projeto. Principalmente eu, que sou muito tímida, foi um grande desafio para mim. Já atendemos 50 adolescentes e semana que vem iniciamos a nossa 5ª turma”, conta Raquel.</p>
<p>A Agência Redes para a Juventude atende todas as comunidades com Unidade de Polícia Pacificadora através de sete núcleos: Batan, Borel, Cantagalo / Pavão Pavãozinho, Cidade de Deus, Providência, Rocinha e Lapa, sendo que essa última é onde são atendidos os jovens das demais comunidades pacificadas.  O Programa tem patrocínio do Governo Federal e da Petrobras e apoio da UPP Social, Observatório de Favelas, Pontão da Eco, Escola livre da palavra, Sebrae e Casa da Palavra Rio.</p>
<p style="text-align: justify;">Foto: Divulgação</p>
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		<title>UPP Social é apresentada no XXV Fórum Nacional do INAE</title>
		<link>http://www.uppsocial.org/2013/05/upp-social-e-apresentado-no-xxv-forum-nacional/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 22:43:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Susan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[No evento foi lançado livro que levanta demandas e oportunidades em sete favelas pacificadas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Evento que costuma congregar pesos-pesados do empresariado e do governo para discutir os rumos do país, o Fórum Nacional promovido pelo Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), que se encerrou hoje, teve como tema “O Brasil de amanhã – a magia do desenvolvimento”. Desde sua última edição, em setembro de 2012, o Fórum vem destacando o potencial das favelas cariocas. Na oportunidade foi publicado o livro “Favela como Oportunidade”, que levantou demandas e oportunidades nas favelas Rocinha, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, Borel e Manguinhos.</p>
<p>Seguindo o objetivo de fomentar o diálogo entre lideranças nacionais, públicas e privadas, com vistas ao desenvolvimento do País, foi lançado o livro “Favela como Oportunidade III” que atualiza informações de territórios pacificados que constavam na edição passada e agregados Jacarezinho e Alemão. Esta edição é uma devolutiva dos moradores dos territórios para as propostas dos relatórios do poder publico.</p>
<p>O painel com o tema “Planos de inclusão econômica e social de favelas”, que fechou a semana de encontros reuniu, além da presidente do Instituto Pereira Passos, Eduarda La Rocque, representantes do BNDES, Banco da Providência, Fiocruz, Faferj, Firjan, Arquidiocese do Rio de Janeiro, PAC Social e Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos. Na mesma mesa estavam líderes comunitários das favelas consultadas para o levantamento publicado no livro.</p>
<p>A sessão foi aberta pelo presidente do Inae, ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso, que frisou a importância da presença de vários segmentos sociais na discussão dos caminhos para o desenvolvimento do país. “Esse debate funciona para que sejam traçados novos caminhos para a integração e evolução das favelas, da cidade”, disse o ministro.</p>
<div id="attachment_8944" class="wp-caption alignleft" style="width: 261px"><a href="http://www.uppsocial.org/2013/05/upp-social-e-apresentado-no-xxv-forum-nacional/xxv-forum-nacional-com-ministro-reis-veloso-e-eduarda-la-rocque-3/" rel="attachment wp-att-8944"><img class="size-medium wp-image-8944" title="XXV Forum Nacional com Ministro Reis Veloso e Eduarda La Rocque" src="http://www.uppsocial.org/wp-content/uploads/2013/05/MARILIA-251x300.jpg" alt="" width="251" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Marília Pastuk apresenta o livro “Favela como oportunidade III”</p></div>
<p>De acordo a socióloga e superintendente da Ação Comunitária do Brasil no Rio de Janeiro, Marília Pastuk, uma possível solução para problemas em territórios populares seria a criação de políticas públicas estruturadas. “Devemos pensar em uma política de saúde para o território, uma política de habitação, e não em ações pontuais superpostas e desarticuladas. Precisamos de articulação entre instituições e dessas com a comunidade”. Marília ressaltou a importância do trabalho do Instituto Pereira Passos, que, através da UPP Social, colaborou com o trabalho de organização do livro. “O IPP realizou toda a parte mais difícil, de articulação de instituições e poder público para documentar o que esta sendo feito dentro das comunidades”, disse ela, ao explicar que o material serve como uma critica bastante construtiva.</p>
<p>A presidente do Instituto Pereira Passos, Eduarda LaRocque, iniciou sua apresentação mostrando o trabalho realizado até agora pela UPP Social nos territórios presentes na publicação. “As pessoas costumam lembrar do que falta fazer, e não valorizam o trabalho feito. Devemos trabalhar como uma rede, uma colméia de ações e projetos integrados, para que as demandas sejam atendidas da melhor maneira. A UPP Social tem esse trabalho de unir as demandas e casar com as ofertas, se o trabalho de oferta é feito de forma integrada, a solução surte muito mais efeito”, disse Eduarda, ao ressaltar o orgulho em organizar o trabalho de construção do livro, que aborda o plano de inclusão social e econômica para as favelas do Rio de Janeiro e foi feito em parceria com Ação Comunitária do Brasil do Rio de Janeiro, Federação das Favelas do Estado do Rio de Janeiro (FAFERJ), moradores das comunidades e outras instituições.</p>
<p>Durante seu discurso, Eduarda apresentou o projeto Rede Comunidade Integrada (RCI), explicando que o Fórum deve funcionar da mesma maneira. “A ideia do Projeto  Rede Comunidade Integrada surgiu ainda em 2012, quando eu redigia o artigo “Novo Impulso à virada do Rio”, publicado no livro “Nem um dia se passa sem notícias suas”. Cúpula das Favelas: Implementação do “Plano de Favelas, para sua inclusão social e econômica” publicado pelo INAE. Neste artigo, eu propus a criação de uma rede para fomentar o protagonismo das comunidades e articulação dos vários atores, públicos e privados a fim de auxiliar a construção de um Plano integrado para o Desenvolvimento das Comunidades pacificadas”, disse. O projeto piloto do RCI foi executado e sua metodologia e balanço estão sendo analisados para que o projeto seja expandido.</p>
<p>Fechando o encontro, o debate foi aberto para lideranças comunitárias presentes e Mônica Francisco, moradora do Borel e representante da Redes de Entidades do Borel, falou sobre seu ponto de vista sobre as políticas realizadas. “Se dizemos que favela é cidade, não temos que reinvidicar direitos. Temos que viver direitos. Temos muitos estudiosos e mestres saindo da comunidade da Maré, e de outras favelas, representando os moradores em fóruns importantes. O que falta é ouvir a real necessidade de lideres das comunidades”, ressaltou.</p>
<p><strong>Fórum Nacional</strong></p>
<p>Iniciado em 1988, o Fórum Nacional é uma associação que reúne os principais economistas, sociólogos e cientistas políticos do país, com intuito de oferecer propostas concretas para a modernização da sociedade brasileira. Com a criação do Instituto Nacional de Altos &#8211; Inae, sociedade sem fins lucrativos, em 1991, o Fórum Nacional adquiriu caráter permanente.</p>
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		<title>Inscrições abertas para a FLUPP Pensa 2013</title>
		<link>http://www.uppsocial.org/2013/05/inscricoes-abertas-para-a-flupp-pensa-2013/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 15:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Serão selecionados 41 novos escritores de 20 comunidades do Rio de Janeiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A FLUPP Pensa teve sua primeira edição no ano passado e promete ainda mais sucesso em 2013. Ao todo, serão selecionados 41 novos escritores de 20 comunidades do Rio de Janeiro entre os meses de maio e novembro.</p>
<p>Entre os cinco primeiros colocados na edição 2012, Alexandra Silva, conta como foi sua participação. “Fiquei sabendo através de um amigo, que me mandou o link de inscrição. Durante os encontros com outros escritores participantes e autores renomados, pude perceber que consigo colocar as minhas histórias no papel”. Jornalista e moradora do Complexo do Alemão, Alexandra aconselha escritores a participarem do projeto, “não é só uma experiência literária, mas também uma rica experiência no processo de convivência e construção pessoal”.</p>
<p>Este ano, a FLUPP Pensa terá três categorias: poesia, contos e crônicas e romance.  Para participar, o candidato deverá enviar um texto de acordo com a categoria em que se escreveu. Os inscritos terão a oportunidade única de participar de encontros com autores consagrados na literatura brasileira, ouvir grandes histórias e trocar experiências.</p>
<p>A abertura do evento será no dia 18 de maio, no Morro dos Macacos, com a presença do escritor Marco Lucchesi, eleito recentemente para a Academia Brasileira de Letras. A FLUPP Pensa pretende lançar três livros com os textos dos vencedores no dia 7 de dezembro. Os interessados poderão se inscrever no site até dia 15 de maio pelo site <a href="http://www.flupp.net.br/">www.flupp.net.br</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Diretor da ONU visita Cantagalo e conhece o programa UPP Social</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 19:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cecilia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Yuri Fedotov conheceu o programa de pacificação e ONGs locais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="center"><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">O Diretor do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime &#8211; UNODC, Yuri Fedotov, visitou nesta terça-feira, 7 de maio, a favela do Cantagalo, no Rio de Janeiro. </span><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Acompanhado do comandante da Unidade de Polícia Pacificadora Pavão-Pavãozinho/Cantagalo, Major Felipe Magalhães, o diretor da ONU caminhou por entre os becos e vielas da comunidade até chegar à sede da UPP, onde assistiu uma apresentação sobre o processo de pacificação das favelas do Rio de Janeiro e conheceu o programa UPP Social, apresentado pela presidente do Instituto Pereira Passos &#8211; IPP, Eduarda La Rocque.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O comandante da UPP Pavão-Pavãozinho/Cantagalo apresentou um vídeo sobre as UPP´s e ressaltou que o processo de pacificação pretende levar ações além da segurança para as comunidades. “Depois de muitos anos vivendo em meio à violência e em lugares dominados por poderes paralelos, a UPP chega não só para trazer segurança, mas garantir a liberdade e a entrada de serviços que antes eram impedidos de chegar por causa da criminalidade”, disse Magalhães.</p>
<p style="text-align: justify;">Eduarda La Rocque explicou em seguida que a UPP Social foi criada para articular as reais demandas do território com a atuação dos diferentes órgãos de prestação de serviço público da Prefeitura. “A UPP Social é um programa que tem o objetivo de diminuir as disparidades entre as comunidades e o asfalto e contribuir com uma cidade verdadeiramente integrada”, concluiu a coordenadora do programa.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Yuri, a cidade do Rio de Janeiro está visivelmente melhor. “Estou muito feliz com essa visita ao Brasil e vejo que a cidade está muito bem. Admiro o trabalho da polícia pacificadora e percebi que o processo de pacificação está indo bem. Desejo muito sucesso ao programa”, observou o diretor, que ainda aproveitou a oportunidade para conhecer os projetos de ONGs locais e o elevador panorâmico Rubem Braga, de onde pode admirar a vista privilegiada do Mirante da Paz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UNODC </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) implementa medidas determinadas pelas três convenções internacionais de controle de drogas e pelas convenções contra o crime organizado transnacional e corrupção.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho do UNODC está baseado em três grandes áreas: saúde, justiça e segurança pública. Desta base tripla, desdobram-se temas como drogas, crime organizado, tráfico de seres humanos, corrupção, lavagem de dinheiro e terrorismo, além de desenvolvimento alternativo e de prevenção ao HIV entre usuários de drogas e pessoas em privação de liberdade.</p>
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		<title>UPP Social articula ação de limpeza nas comunidades do Chapéu Mangueira e Babilônia</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 15:21:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[UPP SOCIAL]]></category>

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		<description><![CDATA[A ação contou com a participação de 20 crianças da localidade e permitiu a conscientização da população]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A UPP Social, em parceria com a Comlurb e a UPP, além de contar com o apoio das secretarias de Meio Ambiente e Habitação, da Associação de Moradores da Babilônia e da CoopBabilônia, promoveu hoje (08/05) um mutirão de limpeza em diversos pontos da comunidade pacificada da Babilônia, no Leme. A ação, que contou com a participação de 20 crianças da localidade, alunas da Escolinha da Tia Percília, permitiu a desobstrução de diversas canaletas que escoam a água da chuva e a remoção de lixo nos principais acessos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8849" class="wp-caption alignleft" style="width: 623px"><a href="http://uppsocial.org/2013/05/upp-social-articula-acao-de-limpeza-nas-comunidades-do-chapeu-mangueira-e-babilonia/20130508_092213/" rel="attachment wp-att-8849"><img class=" wp-image-8849      " title="Garis da Comlurb desobstruiram diversas canaletas" src="http://uppsocial.org/wp-content/uploads/2013/05/20130508_092213-1024x576.jpg" alt="Garis da Comlurb desobstruiram diversas canaletas" width="613" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">Garis da Comlurb desobstruiram diversas canaletas</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A gestora da UPP Social, Lívia Salles, comentou que objetivo principal é conscientizar a população sobre a importância de manter as ruas limpas. “Diversas áreas apresentavam por décadas o problema de escoamento da água da chuva devido ao acúmulo de lixo nessas estreitas ruas e vielas. Fizemos questão de convidar as crianças para que elas transmitam essa mensagem para todos os familiares”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8848" class="wp-caption alignleft" style="width: 610px"><a href="http://uppsocial.org/2013/05/upp-social-articula-acao-de-limpeza-nas-comunidades-do-chapeu-mangueira-e-babilonia/20130508_084619/" rel="attachment wp-att-8848"><img class=" wp-image-8848       " title="Crianças participaram ativamente da ação nas duas comunidades" src="http://uppsocial.org/wp-content/uploads/2013/05/20130508_084619-1024x576.jpg" alt="Crianças participaram ativamente da ação nas duas comunidades" width="600" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças participaram ativamente da ação nas duas comunidades</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A moradora Camila Santos destacou a importância da presença constante da Prefeitura e o resultado conquistado na melhoria da qualidade de vida dos moradores. “Hoje nós recebemos serviços de limpeza e urbanização mais eficientes. Essa integração só tende a melhorar com o tempo”, destacou.</p>
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